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Turma Fundadora · 20 vagas restantes

Reputação não
devia ser boato.

No Brasil, escolher um contador, um advogado ou um auditor se resolve quase sempre com a mesma frase: eu conheço um cara. O INEV existe para trocar essa frase por um registro que qualquer um pode conferir.

O que existe atrás de cada nome

Cinco clientes
atenderam o telefone.

Antes de qualquer empresa aparecer nesta lista, a curadoria conferiu certidões na fonte, checou três cases e entrevistou cinco referências — uma delas, de um cliente que foi embora.

Estado do registro

Vinte e quatro vagas.
Quatro preenchidas.

Um selo só vale alguma coisa enquanto a maioria não o tem. Por isso a métrica que importa aqui não é quantas empresas entraram — é quantas não entraram.

Registro público, gratuito e verificável. Hoje ativo no Paraná e em São Paulo.

Selo INEV de empresa validada

Estado do registro

Vinte e quatro vagas.
Quatro preenchidas.

Empresa fundadora validada Vaga aberta a candidatura

A Turma Fundadora fecha em 31 de dezembro de 2026 ou quando a vigésima quarta vaga for preenchida — o que vier primeiro. Depois disso a entrada segue as regras normais do Regulamento, com anuidade cheia e sem os benefícios permanentes de fundação.

Ver o que a fundadora recebe →

Como isto começou

Uma pergunta que se repetia toda semana.

Retrato de Andrey Esterlino Borges, idealizador do INEV

Andrey Esterlino Borges é contador e advogado, e dirige uma das consultorias tributárias e estratégicas mais respeitadas do país. Como acontece com quem tem trinta anos de estrada, o telefone dele toca por dois motivos: para contratar o trabalho dele — ou para pedir a indicação de alguém.

"Preciso de um trabalhista." "Você conhece alguém bom em ERP?" "Quem faz avaliação de empresa?" A cena se repetia toda semana, e a resposta saía fácil demais: ah, eu conheço o fulano, da empresa tal.

O incômodo vinha depois de desligar. Ele conhecia o sócio, não a empresa. Não tinha visto certidão, não tinha falado com cliente daquela empresa, não sabia se quem apareceria na reunião seria o sênior da conversa ou um estagiário. E mesmo assim tinha acabado de colocar o próprio nome atrás daquilo.

E não havia onde conferir. Não existe cadastro público de prestador de serviço empresarial, não existe certidão que ateste competência, e a única coisa que circula — a experiência de quem já contratou — some no caminho entre uma conversa e outra.

Um problema, e nenhuma boa intenção o resolve: não dava para verificar.

Não é falha de caráter. É falta de infraestrutura — e infraestrutura ninguém constrói sozinho. Foi daí que nasceu o INEV: não de uma vontade de criar mais um clube empresarial, mas da conclusão de que aquela ligação semanal merecia uma resposta melhor do que "eu conheço o fulano".

Andrey Esterlino Borges — contador, advogado e idealizador do instituto

A resposta

Um problema, três camadas de verificação.

Camada 01

Critério público

Certidões conferidas na fonte, cinco referências entrevistadas por telefone e três cases checados. O padrão é publicado na íntegra — você não indica a pessoa, indica quem passou por ele.

Camada 02

Revisão anual

O selo vence. Para renovar, a empresa apresenta certidões novas, NPS de cliente real e passa outra vez pela curadoria. Registro que não expira é diploma de parede, não verificação.

Camada 03

Selo conferível

Todo selo tem número. Qualquer pessoa confere no site, sem cadastro e sem pedir permissão, e vê escopo, praça, data de validação e validade. Se não confere, não vale.

Por que não aceitamos todo mundo

Catálogo grande é fácil. Catálogo confiável é caro.

Qualquer plataforma consegue reunir centenas de prestadores em poucos meses. O problema é que, a partir de certo tamanho, a lista deixa de ajudar: você volta a ter que escolher no escuro, só que com mais opções.

Catálogo sem porta

Muitos nomes, nenhuma resposta

  • Entrada aberta: quem paga, entra.
  • Avaliação por estrelinha de cliente anônimo.
  • Dezenas do mesmo ramo disputando o mesmo lead, sem ordem nem critério.
  • Se der errado, a plataforma se declara mera intermediária.
  • O trabalho de escolher continua sendo seu.
Registro com porta

Poucos nomes, cada um respondido

  • Oito semanas de verificação em fonte primária, com critério publicado.
  • Revisão anual obrigatória, com NPS de cliente real.
  • Até três por subsetor e praça, todas visíveis em igualdade — você escolhe, e ninguém canibaliza ninguém.
  • Se der errado, há rito: reclamação registrada, apuração pela curadoria, suspensão ou exclusão do selo.
  • O trabalho de escolher já foi feito.

A escassez aqui não vem de limitar vaga: vem da barreira. Até três empresas por subsetor, todas submetidas às mesmas oito semanas. Um registro com três tributaristas aprovados entre quarenta candidatos é mais escasso, e muito mais crível, do que um registro com um tributarista escolhido a dedo.

O meio do mercado

Grande demais para prateleira.
Pequeno demais para a big four.

É essa faixa de empresa que decide no escuro — e é para ela que o registro existe.

Empresas fundadoras

Quem abriu o registro.

As quatro primeiras empresas validadas compõem a primeira formação do Conselho do Ecossistema e votam sobre quem entra depois.

O que o selo faz por quem tem

O selo não vende.
Ele encurta a desconfiança.

Contratar um tributarista não é pedir comida — acontece uma vez a cada muitos anos, e a conversa começa sempre no mesmo lugar: provando que você é sério. O registro não fecha negócio por ninguém e não encaminha cliente para ninguém. Ele tira essa primeira parte da conversa do terreno da palavra e coloca num número que o outro lado confere sozinho.

01

A empresa é validada

Oito semanas de verificação em fonte primária, com o critério publicado antes de começar.

02

Recebe número e ficha pública

Escopo, praça, data de validação e validade, abertos a qualquer um, sem cadastro.

03

Segura o subsetor e a praça

Até três empresas por subsetor e praça. A vaga tem dono enquanto o selo estiver vigente.

04

Renova ou sai

Revisão anual com certidões novas e NPS de cliente real. Selo vencido some do registro.

Como o instituto se sustenta

Anuidade das empresas validadas. Só isso.

O INEV não cobra percentual sobre negócio, não recebe comissão por indicação e não paga cashback a quem indica. Não intermedia contratação, não monta equipe e não coordena entrega: quem contrata trata direto com a empresa validada. O instituto verifica, publica e fiscaliza — e o que acontece depois do selo não passa pelo caixa dele. A vedação está escrita no art. 28 do Regulamento, e a ligação societária com o IBF 360, que atua no lado comercial, está declarada por escrito.

Onde estamos hoje

O que já existe e o que ainda não.

Um instituto que cobra rigor documental dos outros não pode se apresentar como pronto quando não está. Este quadro é atualizado a cada mudança de estágio — inclusive quando a mudança for para pior.

Em operação
  • Registro público, gratuito e sem cadastro
  • Critérios de admissão publicados na íntegra
  • Regulamento completo, com 12 títulos e 3 anexos
  • Verificação de selo por número de registro
  • Quatro empresas fundadoras validadas
Vigente
Em contratação
  • Comitê de Curadoria com maioria externa
  • Valor da anuidade e patamar mínimo de NPS
  • Piso de faturamento por subsetor
  • Cases verificados das quatro fundadoras
Em definição pelo Conselho
Previsto
  • Lote 2 da Turma Fundadora — seis vagas
  • Primeiro encontro do Conselho do Ecossistema
  • Biblioteca de cases publicados
  • Abertura de praça fora do Paraná e de São Paulo
Após o fechamento do lote 1

As vagas de fundadora abrem em lotes de seis, não todas de uma vez. O lote seguinte só abre depois que o anterior concluir o onboarding e publicar ao menos um case por empresa — porque oito semanas de verificação por candidata é um limite físico, não uma formalidade que se acelera quando convém.

Um selo só vale alguma coisa
enquanto a maioria não o tem.

Restam 20 das 24 vagas de fundadora. Depois delas, entrar no registro continua possível — só deixa de ser fundar.